6.4.10

De tempos a tempos temos a 'sorte', se assim se pode dizer, de poder comparecer a uma entrevista de emprego e tentar convencer a pessoa que somos as melhores para o lugar a ser preenchido.

 

Bem, ontem fui a mais uma entrevista de emprego e até nem correu mal. Hoje regresso lá e vou estar durante a tarde a receber uma espécie de formação inicial para ver se me irei adaptar ao trabalho em causa.

 

Veremos!

 

link do postescrito por anid, às 12:16  cusquices (2) opina à-vontade

14.3.10

Pela primeira vez em tantas vezes inscrita no Centro de Emprego recebi uma carta esta semana para telefonar para uma determinada empresa para marcar uma entrevista de emprego. Já lá fui na sexta-feira e encheram-me de esperanças, não no sentido de lá ficar, mas de me darem uma resposta positiva ou negativa para a segunda fase até ontem, sábado, ao final da tarde.

Hoje já é Domingo e não tive notícia alguma...

 

link do postescrito por anid, às 16:51  cusquices (5) opina à-vontade

5.1.10

Já se começam a contabilizar as entrevistas de emprego falhadas...

 

Enviámos o cv, bem no estilo europeu (eu cá não gosto), somos contactados ou não, esperámos por uma resposta ou seguimos em frente para o próximo anúncio, ou em último caso (o que nos agrada mais) marcam-nos o dia e o local para conhecermos a nossa possível entidade empregadora.

 

Porém, mesmo neste caso, as coisas nem sempre saem bem. É completamente frustrante: esforçámo-nos para fugir daquele aspecto desleixado que entretanto fomos adquirindo e vestimo-nos bem e até maquilhamo-nos (no caso das senhoras, claro) e, por vezes, até preparamos um belo discurso para cativarmos bem o nosso entrevistador. Fazemos tudo bem, ou quase tudo, e ainda assim nunca é suficiente. Por vezes temos habilitações a mais, outras vezes a menos... Por vezes, temos experiência profissional a mais, tendo passado por várias empresas, outras vezes é pouca. E depois perguntam-nos coisas que nem vemos necessidade para tal.

 

Afinal, digam-me, o que interessa numa entrevista de emprego? Acho que são três pontos: a nossa pessoa (personalidade e presença), experiência profissional e habilitações académicas. É preciso entrar em pormenores da nossa vida? Porque fomos para ali ou para acolá, porque é que escolhemos aquilo e não aqueloutro...

 

Isto é cansativo e frustrante. Mas ainda pior, é quando saímos duma entrevista de emprego com a sensação de que no fundo não servimos para nada...

 

sinto-me: frustrada!
link do postescrito por anid, às 20:27  opina à-vontade

6.11.09

E regressamos novamente ao diário de uma desempregada.

 

O blog no início foi criado para eu poder partilhar as minhas frustrações enquanto mais uma portuguesa desempregada, mas acima de tudo para eu não acumular toda a minha inutilidade enquanto pessoa profissional... Lol... Que palavreado.

 

Bem, acabaram anteontem os meus singelos doze dias de férias e já comecei a contribuir para o aumento da estatística do desemprego no nosso país.

Ontem, estive parte da manhã no Centro de Emprego, tratando da papelada para isto e para aquilo e à tarde fui a uma entrevista de emprego. Se pudéssemos confiar em tudo o que nos dizem, eu poderia ter a certeza que o mais tardar no início do ano estaria a trabalhar.

 

Porem, enquanto isso não acontece, olho para o meu apartamento e imagino o que vou fazer hoje: há dias fiz uma limpeza a fundo ao escritório, anteontem à sala e agora vou fazer à cozinha.

 

Desejo-vos um bom fim-de-semana, pois depois das limpezas e da fisioterapia (que já acaba na segunda-feira!), vou fazer os preparativos para receber os meus amigos em minha casa para a noite de póquer.

 

link do postescrito por anid, às 14:11  cusquices (2) opina à-vontade

1.4.09

Segunda-feira foi um daqueles dias...

Pois, já há muito que não sabia o que era um dia tão atarefado. Ufa!

A manhã começou com uma ida ao tribunal e dar de caras com as fuças de um antigo patrão, que não soube (e parece não querer) cumprir as suas obrigações de empregador, ou seja, despediu-me - foi em comum acordo - e não me pagou os dois últimos meses que lá trabalhei, mais restantes direitos...

Depois de menos de quinze minutos em reunião com o juiz, decidi ir até a casa da minha velhota, que nos últimos dias - para não variar muito nas feições - está mais uma vez chateada comigo - começo a pensar que realmente sou eu que tenho que mudar... Fui visitar os meus canitos (o meu Pintas está cada vez pior... ) e ela não estava em casa. Alívio!

Bem, passado meia hora lá chegou da sua caminhada. Tensão. Muita tensão. Eu tentava aliviar a tensão, ela não fez muito esforço para isso. Depois de uma piada metida, sem resultados, explodi (que já é bem habitual...). Disse-lhe tudo o que estava engasgado dos dias anteriores (são coisas típicas de mãe-filha) e disse-lhe que ia embora. Reacção dela? Quase nula, a não ser que estava a preparar o almoço para nós as duas. Perguntou-me? Disse-me que queria que eu almoçasse com ela? Rrrrrrrrrrrrrrrrrr.... Depois de mais uns minutos em troca de palavras mais azedas, vim-me embora e fui até à paragem da camioneta para ir para minha casa. Passaram-se cinco minutos. Passaram-se dez minutos e eu ainda na paragem. Que desespero! O meu telemóvel toca. Qual não é a minha surpresa? A minha querida mãe, continuando com a sua disposição magnífica, agora acompanhada com um pouco de culpa. Exigi-lhe que pelo menos sorrisse para mim quando regressasse a casa dela. Sim, acabei por ir almoçar com ela e até nem correu mal.

 

Bem, depois disto, finalmente apanhei a camioneta até minha casa, fui até à net tentar descobrir qual era o autocarro para Lordelo, porque não percebo nada disto... Toca a apanhar o metro até à Boavista e depois apanhei o 200. Lá cheguei pontualíssima aos testes psicotécnicos para uma empresa de construções. Estive lá hora e meia entre exercícios estupidificantes e outros ligeiramente mais interessantes...

No fim, olhei o relógio. Estava em cima da hora para ir ao cabeleireiro. Dependia se o autocarro demorasse muito a vir ou não...

Cheguei em cima do acontecimento´, quase às sete horas, estando as duas senhoras a preparar-se para fechar o estabelecimento. Fiz a minha cara de menininha - que não é muito dificil - e elas fizeram um esforço para me atenderam. Até me secaram o cabelo ao mesmo tempo, uma de um lado e a outra do lado. Uma imagem surreal, mas fechei os olhos e imaginei que estava a receber uma mensagem que bem preciso, para sacudir a tensão de não fazer a ponta de um xaveco todos os dias e limitar-me simplesmente a ser dona-de-casa... Não era definitivamente este o meu sonho de vida...

 

Bem, depois lá apanhei o metro de volta a casa, passando aí pelo supermercado para fazer umas compras de última hora e depois ir fazer o jantar para o maridão, que estava a chegar de mais um dia de trabalho...

 

Ufa, foi bem cansativa esta segunda-feira!

 

link do postescrito por anid, às 11:46  opina à-vontade

24.3.09

Pois, hoje foi mais um dia em que me aperaltei, me maquilhei, calcei uns sapatos de tacão bicudos e fui a entrevista de emprego.

 

Apesar de ser numa área em que tenho já experiência e eu já conhecer mais ou menos o produto que a empresa oferece, pois já trabalhei numa idêntica, somos tantas/os à procura do mesmo, que já só permanece uma pequena esperança aqui no meu íntimo.

 

link do postescrito por anid, às 19:58  opina à-vontade

10.12.08

A ida a uma entrevista, após um ano no desemprego, já não é novidade nenhuma para mim e se antes me sentia nervosa, hoje é apenas uma ligeira comichão no estômago.

 

As bofetadas já foram tantas, que o entusiasmo de alguém me ligar a dizer para ir a uma entrevista já não é nenhum. 'Que bom, vou a mais uma entrevista...', penso.

 

Já desisti de dizer que tenho algo marcado aos meus pais. Pois se eu já perdi essa sensação, eles ficam esperançados a cada ida e depois muito desiludidos com cada nega.

 

É desesperante que ao fim de tantos envios de currículos e de meia dúzia de entrevistas, continue desempregada.

 

Hoje fui a uma entrevista através de uma empresa de trabalho temporário. É certo que o que a senhora disse é verdade, que pouco mais do que o ordenado mínimo para uma pessoa que vive em Gaia e tem que ir trabalhar para o Freixieiro (Matosinhos/Maia, Est. Nac. 107) não é fácil. Mas senti que fui perder o meu tempo. Então se tinham o meu contacto móvel, é porque tinham os meus dados e se à partida isso seria um elemento eliminatório (nota: morar mais ou menos longe), mais valia nem sequer me terem chamado...

 

Amanhã tenho mais uma entrevista. Veremos se vou sair de lá tão frustrada como hoje.

 

Se não recebesse hoje um casal amigo em casa, apenas me apetecia fechar no quarto às escuras e ficar lá a lamentar-me...

link do postescrito por anid, às 18:58  opina à-vontade

19.11.08

... de emprego.

 

Queria ficar contente ou pelo menos um pouco animada de pelo menos o meu CV ter chamado a atenção a alguém. Porém as coisas não são bem assim. Infelizmente o sentimento que se tem vindo a apoderar de mim é de apatia. Vou à entrevista porque tenho que pelo menos tentar, tenho que pelo menos tentar conseguir arranjar um emprego que me ajude a pagar as contas e que me façam concretizar alguns sonhos, nem que seja apenas uma camisola numa loja dos chineses - nada contra eles...

 

Veremos como corre...

 

Quando se é desempregada de longa duração - ou a caminho de - é difícil manter constantemente o optimismo, mas tento. A minha vida nos últimos meses não tem passado disso: de tentativas nas mais variadas situações.

sinto-me:
link do postescrito por anid, às 11:53  opina à-vontade


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